Amor-Próprio, Espiritualidade, Evolução, Luto, Reforma Íntima, Saudade

A saudade que não passa

Olhei no dicionário o significado de SAUDADE:

Sentimento melancólico devido ao afastamento de uma pessoa, uma coisa ou um lugar, ou à ausência de experiências prazerosas já vividas.

De fato, SAUDADE tem nome, sobrenome, cheiro, melodia, presente, passado e até, ouso dizer, FUTURO.

Mas como assim FUTURO? 

É que quando nos projetamos à frente, a tendência é vislumbrarmos um cenário. E a ausência de alguém que é muito importante nesse espaço idealizado por nós, gera um sentimento de tristeza e descontentamento. Com isso, passamos a evitar fazer planos e almejar coisas novas para nossa vida.

E nessa de querer evitar de todas as formas lidar com a saudade que machuca, vamos abrindo mão de tantas coisas, mas tantas coisas que, quando nos damos conta, não sobra praticamente nada. Aí passamos a viver em um mundo sem vida, sem propósito e sem razão. Percebe?
Não é de uma vez. É aos poucos.

A melancolia promove em nós um recolhimento, um abatimento mental e físico que faz com que a tristeza vá subindo de nível chegando a um estágio tão grande de descontentamento, que a sensação que temos é que vamos enlouquecer.

Aí o que antes era saudade, passa a ser insatisfação com a vida.

O que você faz quando não está confortável com algo? Você muda, certo?

Se vai beber um copo d’água e essa água está quente o que você faz?
Coloca gelo.
Se está ouvindo uma rádio e toca uma música que você não gosta qual a sua reação?
Trocar a estação.
E se você morde um alimento e percebe que ele está estragado?
Você cospe.
Se você se sentou em uma cadeira e percebe que ela está desconfortável?
Fica em pé ou troca de lugar.

Repare que em todas as situações é tudo uma questão de preferência, de gosto e de auto preservação. Note que o amor-próprio está presente em todos nós, ele faz parte da nossa essência. É instintivo, é intrínseco.

E qual o motivo que te faz  permitir que a dor ocupe um espaço tão grande? Ao ponto de você se anular de usufruir de bons momentos e da companhia de pessoas que são importantes pra você?

Aprender a lidar com as mudanças não é fácil, mas é necessário para que a nossa existência se torne mais fácil.
A morte de um ente querido é uma baita rasteira SIM.
Lidar com a falta de quem amamos é extremamente difícil SIM.
(Quem diz que não é só pode estar de brincadeira, né?)

Mas é aí? Como proceder?

Assumir as dificuldades é o primeiro passo. O segundo passo é aceitar a vida do jeito que ela se apresenta e o terceiro passo é DIARIAMENTE ser gentil com você.
Daí a importância de ressignificar a perda, ou seja, dar à ela um novo significado.

É tudo baseado em escolhas. E em respostas. 

  • O que você vai fazer com isso que te aconteceu?
  • Qual é a vida que você vai escolher levar a partir de agora?
  • Você acredita no reencontro?
  • Como você deseja estar quando esse dia finalmente chegar?
  • Quer estar bem? Quer ter experiências pra contar?
  • Como você se prepara quando sabe que vai fazer uma viagem para reencontrar alguém que não vê a muito tempo? Você vai de qualquer jeito ou coloca a sua melhor roupa?

Pense nisso. Reconstrua-se. RECOMEÇAR É PRECISO. 

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CAPA (3) 10 CONSELHOS

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